sexta-feira, 15 de março de 2013

Concluímos a primeira colheita da safra 2013 de titulações de mestrado do GPAF!

Banca examinadora de Patrícia Costa
No primeiro trimestre de 2013, três participantes do Grupo de Pesquisa Acervos Fotográficos (GPAF) concluiram seus mestrados e apresentaram dissertações relacionadas ao tema:

27/02/2013 - Luiz Carlos Flôres de Assumpção
Título:  Registros imagéticos e a sustentabilidade: representações sobre o uso da imagem em projetos de captação de recursos em grupos de quadrilhas Juninas do DF.

11/03/2013 - Patrícia de Jesus Ferreira Costa
Título: O Paradigma físico no tratamento dos acervos imagéticos na Administração pública brasileira: estudo de caso da ANA.

12/03/2013 - Alessandra dos Santos Araújo
TTítulo: O uso da folksonomia na organização e recuperação da informação fotográfica: o caso do acervo da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura - CONTAG.

Banca examinadora de Alessandra Araújo
Em breve os trabalhos estarão disponíveis para consulta.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Our Story in 2 Minutes

Recentemente foi divulgado na Internet um vídeo de 2 minutos, de autoria de Joe Bush, que buscou recontar a história do mundo e da humanidade.

Assista o vídeo aqui, direto do You Tube e leia mais sobre ele na coluna do Ricardo Setti

terça-feira, 12 de março de 2013

Retratos de prisioneiros no Brasil

Reproduzo aqui texto assinado por Talita Lopes Cavalcante, sobre Imagens Históricas, publicado em comunidade do Facebook de mesmo nome.

Um dos primeiros retratos de prisioneiros no Brasil, 1872.

As fotografias, desde seu advento, garantem o processo de formação da memória histórica e da identidade nacional e pessoal. Contudo, após anos de cartazes descrevendo apenas as características de fugitivos e presos, a fotografia foi introduzida como controle de Estado na Casa de Correção pelo estudioso em craneologia, Almeida Valle.

Finalmente em 1872, Valle dera conta de fotografar todos os prisioneiros da Casa de Correção, unindo os trezentos e vinte e quatro retratos em um álbum que ficou conhecido como "Galeria dos Condenados" ( exposto ao público na Exposição Universal da Philadelphia, de 1876, sob os auspícios de Pedro II, amante da fotografia), o primeiro registro prisional no país.

- Curiosidade acerca da imagem:

Na Galeria dos Condenados encontra-se o registro de Isabel Jacintha da Silva, escrava altiva e bela.

Condenada em 1846 por matar seu senhor (Jacintho José da Silva) envenenado, Isabel iniciou uma busca por seus direitos, alegando inocência. O envenenamento dos senhores pelos escravos era prática relativamente comum, uma vez que a liberdade lhes era dada por testamento. Dessa forma, após a morte do senhor, os escravos estariam livres. Assim, a prática de envenenamento acabou recebendo um artigo próprio no Código Criminal do Império, “ter o delinqüente cometido o crime com veneno, incêndio ou inundação” (Código Criminal, art. 16, 1830).

No caso de Isabel, ao que tudo indica, mantinha relações cordiais com seu senhor, pois portava seu sobrenome e faria jus à liberdade, como se livre tivesse sido desde o nascimento, tão logo seu proprietário viesse a falecer, fato que constituiu argumento decisivo para a formação de sua culpa. Em sua defesa, entretanto, alegou:
"que meu irmão me catucara que eu dissesse que tinha sido eu; eu fui e caí na asneira, na patetice de dizer que era eu; mas não fiz nada do que disse. Depois caí em mim, pus-me a imaginar. Eu não saía de casa, como é que havia de fazer isso?"
Isabel não foi condenada à pena de morte, mas sua pena foi de prisão perpétua com trabalho. O mesmo crime de homicídio, supostamente por ela cometido, com auxílio de seu irmão, era punido com pena de 12 anos de prisão e multa proporcional, para os demais criminosos, ou seja, os homens e mulheres livres. A Galeria dos Condenados expõe inúmeros casos como esse. 

Ainda que condenada, Isabel foi notável em suas tentativas de graça, alegando inocência em todos os tribunais, se utilizando de argumentos e provas de que era, de fato, inocente.

- Curiosidade [2]:
No mencionado álbum, encontramos apenas duas mulheres, entre as 324 fotografias: Isabel Jacintha e Generosa Maria de Jesus. A primeira, escrava, a segunda, livre. O álbum, em duas versões, pertence ao acervo da Divisão de Manuscritos da Biblioteca Nacional, Coleção Dona Theresa Cristina.

Referências:
THIESEN, Icléia. A Casa de Correção da Corte e a fotografia identificatória (1859-1876). R. IHGB, Rio de Janeiro, 167 (430): 179-198, jan./mar. 2006.
KOSSOY, Boris. Um olhar sobre o Brasil: A fotografia na construção da imagem da nação (1833 - 2003). 1° edição. São Paulo: Fundación Mapfre e Editora Objetiva, 2012. p. 81.
THIESEN, Icléia. Informação identificatória, memória institucional e conhecimento - Isabel Jacintha da Silva, de cativa à prisioneira na Casa de Correção da Corte. LERASS – Laboratoire d’Études et de Recherches Appliquées en Sciences Sociales.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Acervo fotográfico sobre Canudos


No mês em que completa 52 anos, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre espaço para recordar a Guerra de Canudos, conflito ocorrido entre 1896 e 1897, no sertão baiano, e que opôs militares e civis. Leia mais sobre essa exposição em: http://www.museus.gov.br/revista/acervo-fotografico-sobre-canudos-em-exibicao-no-museu-da-republica-rj/

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Arquivo Público e Ufes digitalizam fotografias da DOPS/ES


Jória Motta Scolforo, do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo divulga extensa nota sobre a digitalização de fotografias da Delegacia Especial de Segurança Política e Social (Desps/ES) e da sua sucessora Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do Espírito Santo (Dops/ES). Projeto concebido em parceria com a Universidade Estadual do Espírito Santo (UFES). Leia mais sobre essa importantíssima ação em: http://www.ape.es.gov.br/noticias%5C46.html

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vídeo do Inventário Cine Memória

Divulgação do Inventário Analítico do projeto Cine Memória - A História das Salas de Cinema do ES, patrocinado pelo Funcultura e organizado pelo professor André Malverdes (Departamento de Arquivologia-UFES).

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ultimas plazas para diplomado UAB en Gestión, Preservación y Difusión de Archivos Fotográficos - curso virtual


Todavía quedan algunas plazas libres y la matrícula es para el 8 y 9 de enero/2013. Aunque hayan pasado los plazos de pre-inscripción, no hay problema para matricularse. Acceda al formulario en línea acá

Diplomatura de postgrado de          
Gestión, Preservación y Difusión de Archivos Fotográficos
Segunda edición. Cursos 2012- 2013 y 2013-2014

1. Presentación

La coincidencia de objetivos entre la Escuela Superior de Archivística y Gestión de Documentos (ESAGED), el Centro de Investigación y Difusión de la Imagen (CRDI), la Asociación de Archiveros-Gestores de Documentos de Cataluña (AAC) y el Instituto de Estudios Fotográficos de Cataluña (IEFC) hace posible una formación de postgrado que ofrece una especialización en el ámbito de los estudios archivísticos y en el de los estudios fotográficos, faltos ambos de ofertas específicas como las que plantea el postgrado de Gestión, Preservación y Difusión de Archivos Fotográficos. Éste quiere, por una parte, dar respuesta a la necesidad que tienen muchas organizaciones, públicas y privadas, de organizar y explotar convenientemente sus fondos y colecciones fotográficas. Por otra, se plantea dotar a los profesionales de la fotografía de diferentes estrategias y herramientas de conocimiento que les permitan mejorar la gestión y la comercialización de su producción fotográfica.

El programa tiene en cuenta los diversos aspectos que deben permitir una correcta gestión de estos fondos documentales fotográficos. Así, se estructura en diferentes módulos, cuyo contenido abarcan los diferentes aspectos que intervienen en su gestión y responde a las necesidades de diferentes sectores profesionales y a ciertos colectivos en la gestión de sus fondos de fotografía, principalmente: archiveros, fotógrafos, bibliotecarios, documentalistas, museólogos, conservadores, investigadores, coleccionistas. Pese a la importancia creciente de los documentos fotográficos, los cambios tecnológicos que les afectan y la diversidad de los sectores profesionales vinculados, ninguno de ellos dispone hoy por hoy de una oferta docente especializada que proporcione una formación orientada tanto al conocimiento de la producción fotográfica, como a su tratamiento, conservación y gestión.

Pese a la importancia creciente de los documentos fotográficos, los cambios tecnológicos que les afectan y la diversidad de los sectores profesionales vinculados, ninguno de ellos dispone hoy por hoy de una oferta docente especializada que proporcione una formación orientada tanto al conocimiento de la producción fotográfica, el su tratamiento y conservación, como a su gestión ya la de centros especializados.

El programa se desarrolla con la colaboración de profesionales de reconocido prestigio de los ámbitos que se incluyen.

Al finalizar el programa el estudiante será capaz de:
Gestionar centros especializados en documentos fotográficos.
Interpretar la legislación referente a fotografía.
Impulsar estrategias de dinamización cultural.
Comprender la técnica de la fotografía química.
Comprender la técnica de la imagen digital.
Planificar un proyecto de digitalización.
Identificar procedimientos fotográficos.
Identificar patologías de la fotografía química.
Identificar necesidades de conservación y restauración y crear protocolos de trabajos.
Establecer criterios básicos de evaluación de materiales.
Diseñar sistemas para el tratamiento documental.
Aplicar un tratamiento documental archivístico.
Diseñar el archivo digital.
Identificar necesidades para la preservación de archivos electrónicos.
Participar en un diseño global de preservación digital.


2. Objetivos formativos

Dar a conocer la historia de la fotografía desde el punto de vista técnico, social y cultural para contextualizar adecuadamente los materiales.
Establecer los criterios fundamentales que deben regir las políticas sobre el patrimonio fotográfico.
Dar a conocer desde el punto de vista técnico la fotografía química y la imagen digital.
Crear las bases teóricas y metodológicas para la adecuada conservación de la fotografía.
Ofrecer una metodología para la gestión, organización y divulgación de fondos y
colecciones.
Atender las necesidades específicas para la creación y gestión de las imágenes digitales.


3. Salidas profesionales

Archivos de medios de comunicación (prensa, televisión y multimedia)
Servicios de archivos de la Administración autonómica, local y estatal
Archivos de instituciones y entidades públicas
Archivos de asociaciones y colegios profesionales
Archivos de instituciones eclesiásticas
Empresas de organización y custodia de archivos
Empresas de tecnologías de la información
Archivos de empresas
Archivos de universidades y centros docentes
Bancos de imágenes y fototecas
Bibliotecas especializadas y centros de documentación


4. Plan de estudios

La formación se articula en torno a seis módulos, con un total de 30 ECTS, a cursar en dos años (cursos 2012-2013 y 2013-2014). Los módulos I, II y III se desarrollan el primer año, mientras que el IV, V y VI lo hacen el segundo. Para la entrega del trabajo final de postgrado, que corresponde al módulo VI, hay un plazo máximo de entrega hasta febrero de 2015.

Módulo I. Historia, teoría y crítica de la imagen fotográfica
Módulo II. Técnica fotográfica
Módulo III. Identificación y conservación de procedimientos fotográficos
Módulo IV. Organización de fondos fotográficos
Módulo V. Archivo digital
Módulo VI. Trabajo final de postgrado


4.1. Contenido profesorado y calendario de los módulos

Curso 2012-2013


Curso 2013-2014


4.2. Procedimiento de evaluación

La evaluación de los alumnos se llevará a cabo a partir de la participación activa y regular a través del Campus Virtual y de las pruebas derivadas de la consecución de cada módulo. En cada uno de ellos el alumnado deberá hacer un seguimiento regular a través del Campus Virtual y que el profesor analizará y valorará a partir de las herramientas internas de seguimiento, debiendo resolver los ejercicios teórico-prácticos planteados, participar de forma activa en el foro, herramientas wiki y blog del módulo y resolver el ejercicio de evaluación final del módulo.

La distribución porcentual de la valoración será de:
70% a través del seguimiento del módulo y prueba final.
30% proyecto final de postgrado para aquellos alumnos que cursen el postgrado completo


4.3. Requisitos de acceso

Se puede acceder desde cualquier grado, licenciatura o diplomatura. El posgrado se dirige a profesionales y futuros profesionales archiveros, fotógrafos, bibliotecarios, documentalistas, museólogos, conservadores, investigadores, coleccionistas. También pueden acceder personas con experiencia en el mundo de la fotografía. En este caso la superación del curso dará derecho a recibir un certificado.


4.4.Titulación

Los alumnos que accedan desde un grado, licenciatura o diplomatura, cursen la totalidad de los módulos y realicen el trabajo final de postgrado recibirán el título de postgrado de Gestión, Preservación y Difusión de Archivos Fotográficos.

Para el resto de los casos se expedirá un certificado del realización del postgrado o de
cada uno de los módulos cursados.


5. Matrícula

5.1.Importe de la matrícula
Precio total de matrícula: 2.400,00 € el posgrado completo o 1.200,00 € cada curso completo.
Precio especial: 2.280,00 € el posgrado completo o 1.140,00 € cada curso completo.
(exalumnos de la ESAGED titulados en Graduado Superior o Máster en Archivística y Gestión de Documentos, miembros de la Asociación de Archiveros-Gestores de Documentos de Cataluña, miembros del Instituto de Estudios Fotográficos de Cataluña y miembros de la asociación de Amigos de la UAB).
Preció módulos independientes: 500,00 € cada módulo.


5.2.Períodos de preinscripción y matrícula



6. Profesorado

Bernardo Riego Amézaga
Doctor en Historia y Filosofía. Profesor titular en Comunicación Audiovisual es, en la actualidad, técnico superior en Apoyo a la Investigación y la Docencia y profesor de Tecnología Educativa. Es historiador de las imágenes con especial dedicación a la Historia de la Fotografía y sus procesos de análisis como documento histórico.

Lorna Arroyo Jimenez
Licenciada en Bellas Artes por la Universidad Politécnica de Valencia y Doctora en
Ciencias de la Comunicación por la Universidad Jaume I de Castellón. Es una experta en la fotografía de prensa en la guerra civil española y la figura de Gerda Taro. Además trabaja con ONGs en fotografía social y ha publicado reportajes destacados.

Joan Boadas Raset
Licenciado en Historia. Jefe del Servicio de Gestión Documental, Archivos y Publicaciones del Ayuntamiento de Girona (SGDAP) y director del Centro de Investigación y Difusión de la Imagen (CRDI). Comisionado del Consejo Internacional de Archivos (ICA) para los archivos fotográficos y audiovisuales.

Carles Mitjà Caballé
Grado en Fotografía y Creación Digital. Profesor de Tecnología de la Imagen en el CITM / UPC y Coordinador del Laboratorio de Calidad de la Imagen (LQI) en el mismo centro.

Beatriz Martinez Navarro
Licenciada en Ciencias Ambientales y Graduada en Fotografía y Creación Digital de Imagen. Desde 2006 ha colaborado con el CITM como profesora responsable de la asignatura de "Gestión del Color y Sistemas de Impresión" y como colaboradora en asignaturas de Tecnología de la Imagen Digital y Fotografía Técnico-Científica. También ha participado en diferentes comunicaciones, actividades formativas y convenios de transferencia de conocimiento sobre temas relacionados con la Gestión del Color y la digitalización de imágenes. En el recorrido como fotógrafa ha trabajado por la Agencia REUTERS como colaboradora y en el Centro Tecnológico LEITAT como responsable de microscopia, colorimetría y fotografía.

Eduard Bertran Coppini
Doctor en Ciencias de la Comunicación. Licenciado en Bellas Artes Profesor Asociado de la Facultad de Ciencias de la Comunicación, UAB, desde 1994. Profesor Titular de Fotografía del Instituto de Estudios Fotográficos de Cataluña, desde 1986. Miembro fundador (1993) y responsable de fotografía del Migracom-UAB (Migración y Comunicación) grupo de investigación consolidado por la Generalitat de Cataluña.

Ángel Fuentes de Cía
Licenciado en Filología Hispánica. Conservador - restaurador de patrimonio cultural sobre soporte fotográfico en práctica privada. Especializado en procedimientos fotográficos del siglo XIX. Director de caapi, Conservación y Acceso a Archivos Patrimoniales.

Luis Miguel Segurado Pavão Martins
Licenciado en ingeniería electrónica. Maestría en conservación de fotografía. Conservador de fotografía del Archivo Municipal de Lisboa. Fundador y director de LUPA, empresa especializada en la conservación y digitalización de colecciones fotográficas. Profesor de fotografía de la Escuela Superior de Tecnología de Tomar (Portugal).

Josep Pérez Pena
Licenciado en Bellas Artes, especialidad de Imagen. Conservador especializado en fotografía desde 1995 en archivos institucionales efectuando intervenciones de diagnóstico, inventario, reubicación, restauración y asesoramiento. Se dedica también a la docencia y ha participado desde 1994 en diversos cursos, talleres, congresos, jornadas y experiencias divulgativas sobre aspectos relacionados con el conocimiento y la conservación del patrimonio fotográfico.

Josep Matas Balaguer
Licenciado en Geografía e Historia. Licenciado en Derecho. Abogado especializado en derecho de la información y de las nuevas tecnologías, propiedad intelectual y protección de datos. Profesor de la ESAGED.

Sílvia Domènech Fernández
Licenciada en Geografía e Historia. Maestría en Archivística.
Archivera especializada en fotografía. Directora del Archivo Fotográfico de Barcelona de 1997 a 2007. Jefe del Centro de Conocimiento e Investigación del Museo Picasso de Barcelona desde 2008. Desde 1991 participa en actividades de difusión y docencia universitarias relacionadas con el patrimonio.

David Iglésias Franch
Licenciado en Historia. Licenciado en Documentación. Archivero especializado en fotografía, es desde el año 2000 técnico superior de archivos del CRDI. Desde 2010 es coordinador del Grupo de Trabajo de documentos fotográficos y audiovisuales del Consejo Internacional de Archivos.

Bárbara Muñoz de Solano y Palacios
Doctora y Licenciada en Documentación. Licenciada en Periodismo. Jefe de Unidad de la Oficina Técnica del Ministerio de Defensa. Anteriormente ocupó la Dirección del Servicio Biblioteca Digital de la Biblioteca Nacional para lanzar el proyecto de Biblioteca Digital Hispánica. Profesora asociada de la UCM y estudiante del MBA Executive del Instituto de Empresa.